segunda-feira, 7 de abril de 2014

Voltando!

Foto: weheartit.com
 Olá, queridos leitores, que saudades de vocês! Primeiramente, quero pedir desculpas pelos quase três meses sem atualização no blog, o fato é que, pra variar, eu me atrapalhei com a volta às aulas e acabei sem postar nada, mas cá estou eu de volta (com milhares de resenhas atrasadas, diga-se de passagem). Depois, quero agradecer à todos vocês, meus fiéis leitores, que mesmo em minha ausência continuaram visitando e comentando, muito obrigada e desculpem mais uma vez. Mas o que interessa é que estou de volta, certo?
 Tenho diversas novidades para vocês. 2014 é ano de Bienal do Livro, como vocês todos já devem saber, e isso acarreta a vinda de diversos autores renomados à nossa cidade, e já está confirmado que a Cassadra Clare fará parte deste time (sei que os Shadowhunters de plantão estão saltitando de alegria). Ainda na linha da Caça às Sombras, também já sabemos que o Códex dos Caçadores de Sombras já está à venda, que o lançamento de City of Havenly Fire, na gringa, está previsto para o dia 27 de Maio, mas ainda não tem previsão aqui no Brasil (Shame on You, Editora Record), além de que eu, que não costumo olhar os sites dos autores, resolvi dar um pulinho no da Tia Cassie e encontrei vários materiais extras de Os Instrumentos Mortais e As Peças Infernais. Quem me segue no Instagram e/ou Twitter, sabe que estou lendo o último volume da segunda série referida e que me encontro num estado de completa indignação com o triângulo amoroso e que o enredo está me deixando num estado de euforia bastante semelhante ao de TMI. Em breve postarei resenha dos três livros. Já vou adiantando que só tenho elogios à serem feitos.
 Quanto à outros lançamentos, entrei em contato com a Editora Farol Literário, que me informou que o lançamento do segundo livro da série Revenants (resenha do primeiro livro aqui) está previsto para Maio. O último livro da série A Seleção, The One, está com previsão de lançamento em Inglês aqui no Brasil para dia 30 de Junho (eu li os dois primeiros livros da série nesse tempo em que estive sumida). O Fogo, terceiro livro da série Bruxos e Bruxas (resenha do primeiro livro aqui) já foi lançado. O segundo livro da série Too Far já foi lançado com o título Tentação sem Limites, e recentemente fiquei sabendo da versão do Rush da história, Rush Too Far, ainda sem previsão de lançamento por aqui.
 São muitas novidades pra colocar em um post só, mas acho que já deu pra sentir que virão várias resenhas por ai (pelo menos uma 10 estão atrasadas) e que nesse tempo em que estive sumida, o mundo literário deu uma boa guinada. Lembrem-se também que dia 17 desse mês haverá o lançamento da versão cinematográfica de Divergente, primeiro livro da série de Veronica Roth; vale lembrar também da versão para as telonas do nosso querido A Culpa é das Estrelas, do John Green, que deve estrear no Brasil no meio do ano.
 Mais uma vez, desculpem a ausência e aguardem novos posts que agora voltarão a sair regularmente. Obrigada por não me abandonarem, prometo não abandoná-los de novo.

Love Always,
Bruna.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Filme: A Culpa é das Estrelas

 Olá leitores, tudo certo? Espero que sim.
 Este post era pra ter saído há muito tempo, mas eu sempre acabava me esquecendo de escrevê-lo, porém, vi o cartaz e lembrei de fazer o bendito post. Já faz um tempo que escrevi sobre alguns rumores que diziam que o nosso queridinho A Culpa é das Estrelas, do John Green, iria virar filme. Acabou que os rumores viraram notícias oficiais, depois escolha do elenco e, por fim, um cartaz para nos fazer ficar ansiosos pelo filme.
  Os atores escolhidos não me deixaram totalmente feliz, já que o Gus do filme é bem diferente do que eu imaginei, assim como o Isaac, mas isso nós relevamos um pouco, se o John acha que eles são perfeitos para o papel, quem somos nós para contestar, não é? O elenco é composto por:

Shailene Woodley e Ansel Elgort, como o casal principal, Hazel Grace e Augustus Waters, respectivamente


Nat Wolff viverá Isaac, Emily Peachy interpretará Monica, e Mike Birbiglia será Patrick, o líder do grupo de apoio


Sr. e Sra. Lancaster serão interpretados por Sam Trammel e Laura Dern. Peter Van Houten será vivido por Willem Dafoe.


Por último, mas não menos importante, Milica Govich e David Whalen serão os adoradores de frases de incentivo, Sr. e Sra. Waters. Emily Bach será a mãe da Monica.

 Gostaram das escolhas? Vou confessar que desde o começo do post, eu já mudei de ideia e agora estou mais do que satisfeita com o elenco. Shailene e Ansel formam um bonito casal Hazel e Gus. Meu único problema com os atores é o Isaac (Nat Wolff), pois espero que ele tenha deixado o cabelo crescer para poder fazer o papel, caso contrário, ele não será o meu Isaac.
 Mas, a melhor parte das informações divulgadas até agora foi o cartaz, que ficou lindo. Não vou nem me importar que eles troquem a capa do livro por ele, por que olha, ficou mais do que sensacional (ok, talvez eu me importe sim). Deixei o melhor para o final.



  Lindo, não? A estreia do filme no Brasil está prevista para este ano, mas sem nenhuma data certa (a previsão de lançamento nos EUA é para o dia 6 de Junho deste ano). Eu estou total e completamente apaixonada pelo cartaz e com certeza vou correr atrás dele para colocar na parede do meu quarto (eu consegui o de Cidade dos Ossos e de As Vantagens de ser Invisível, depois mostro para vocês).
  Ansiosos pelo filme? Eu estou, e muito. Tenho certeza que vou ficar animadíssima, assim como fiquei no lançamento de CoB.

P.S.: Desculpem por não ter postado praticamente nada ultimamente, é só que eu ando um pouco preguiçosa. Quando minhas aulas voltarem isso passa, prometo. Tenho várias resenhas para postar. 

Love Always,
Bruna.














 
 
 
 

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Destaques de 2013

 Olá, leitores, tudo certo? Espero que sim.
 Já estamos no último dia de 2013, e por isso resolvi fazer um post sobre os Melhores e os Mais decepcionantes livros que li neste ano (lembrem-se, o ano de publicação pode ser anterior). Ao final do post, vou eleger o Favorito do Ano e a Decepção do ano, deixem nos comentários quais foram os seus títulos de destaque.




  • Os Melhores do Ano:

  • Anna e o Beijo Francês (Stephanie Perkins)
  • Cidade de Vidro (Cassandra Clare)
  • Will & Will -Um Nome, um destino (John Green e David Levithan)
  • Paixão sem limites (Abbi Glines)
  • O céu está em todo lugar (Jandy Nelson)
  • Morra por Mim (Amy Plum)
  • Cidade dos Ossos (Cassandra Clare)
  • Bruxos e Bruxas (James Patterson e Gabrielle Charbonnet)
  • Quem é você, Alasca (John Green)
  • Finale (Becca Fitzpatrick)




  • As Decepções do Ano:
  • Aconteceu em Paris -Molly Hopkins
  • Abandono -Meg Cabot
  • Louca por você -M. Leighton
  • Um Dia -David Levithan
  • Cinquenta Tons de Cinza -E.L. James
  • Uma Proposta Irrecusável -Jill Mansell
  • Um lugar para ficar -Deb Caletti*

  Quase todos os livros citados já foram resenhados, com exceção dos títulos sublinhados, mas as resenhas sairão em breve. 
  O Favorito do ano, é, como todos já devem ter adivinhado, Anna e o Beijo Francês, da Stephanie Perkins, que, diga-se de passagem, foi o livro que mais reli na vida (só este ano foram cinco vezes), mas que nunca me cansa. E quanto à vocês, qual é o queridinho do ano?
  A Decepção do ano foi Um Dia, do David Nicholls. Na resenha eu expressei todos os pontos que causaram minha decepção, mas apesar de não ter gostado do livro, adorei o filme. Qual foi a maior decepção literária do ano? Deixe nos comentários.

*Um lugar para ficar, da Deb Caletti, tem um história bastante interessante, e acabou sendo mais do que eu esperava, o que o tiraria da categoria ''Decepção'', mas eu achei que se a autora tivesse se dedicado um pouquinho mais, se tornaria melhor em todos os aspectos. 

 Obrigada por tudo neste ano, pessoal, todos os comentários e todas as visualizações fizeram meu ano um pouquinho melhor. Continuaremos juntos, lendo o contando o que lemos em 2014. 
 Feliz Ano Novo à todos vocês.

Love Always,
Bruna.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Compras: Book Depository

 Olá, leitores, tudo certo? Espero que sim.
 Se lembram dos posts em que falei sobre minhas compras no Book Depository, desde quando fiz os pedidos até quando não recebi minhas compras? Pois é, acontece que agora eu recebi um dos meus livros; Swear, da Nina Malkin chegou à mim na quarta-feira de manhã. Veio muito bem embalado e com um presentinho, um #LoveThisQuote, que é uma ''moldura'' para tirar foto das frases que você achar interessante, achei a ideia muito legal.
 Aparentemente, minha encomenda demorou todo esse tempo porque o livro foi identificado como máquina pequena no raio-x, o que pode ter feito a caixa ficar presa na Receita Federal, atrasando a entrega.
 Só me foi entregue um dos dois livros que comprei pois a Book Depository tem um sistema de enviar um livro de cada vez para poder manter a política de frete gratuito deles.





 O que posso dizer sobre a loja é que eles são bastante organizados, e a demora na entrega não costuma ser algo característico deles, apesar de ter acontecido comigo. Recomendo a compra. 
Love Always,
Bruna.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Resenha: Swoon

 ''O que fazer quando o garoto dos seus sonhos é mau demais para ser verdade?''

 Na primeira vez que li Swoon, eu adorei, e desta vez não foi diferente, apesar de ter passado a odiar certos personagens que eu costumava adorar, e vice-versa. Além de que ele foi retirado da minha lista de favoritos, mas ainda está na lista dos ''Muito bons''.
 O enredo é um romance sobrenatural e tem a linguagem bastante informal, o que, por vezes, gera desagrado em grande parte dos leitores. Nina Malkin criou uma narradora adolescente que não é santinha (apesar de não ser toda rebelde) e que age conforme a idade que tem. Ela fala palavrão sim, e não só nos diálogos, como também nos monólogos. Isso não me incomodou, já estou acostuma e até gosto que seja assim, tira um pouco da formalidade das coisas.
 Swoon é suspense puro. Você nunca sabe o que vai acontecer com o casal (uma vez que a interação deles é pouquíssima, se não ausente), e o final não fica explicito. A narradora é, como eu disse anteriormente, uma adolescente, e é também a protagonista do livro, Candice, ou Dice, uma personagem muito fácil de se criar um apreço, pois ela não espera que ninguém faça nada para ela, simplesmente vai lá e resolve o que tem que resolver, já o seu par, Sinclair, tem uma personalidade bastante forte e de vez em quando é um pouquinho (talvez não tão pouquinho) irritante. Outro componente importante desta trama é Penelope, ou Pen, que é prima de Dice, e que, cá entre nós, é muito, muito, muito chata; foi um dos motivos que me fizeram tirar o livro da minha lista de favoritos.
 Apesar de ser um enredo sobrenatural, temos que ter em vista que tudo tem um limite, e a Nina Malkin ultrapassou-o, deixando as coisas meio sobrenaturais demais, mas nada que estrague a trama. Eu gostei bastante, mas assim como na primeira vez, não consegui encontrar motivos para a continuação, apesar de que gosto da ideia de ter um pouquinho mais de Sinclair para nós.
 Swoon é bastante sinistro e tem umas cenas hot, mas nada muito esdruxulo - nada muito Cinquenta Tons de Cinza, não se preocupem -, e, se você tiver planos para ler, tenha em mente que o selo é Galera e não Galera Record, ou seja, a classificação indicativa é um pouco mais alta. Lembre-se também da questão da linguagem; se não gostar de discursos mais informais, Swoon não é um livro indicado para você.
 Enredo: Candice - ou Dice, como agora é chamada - se mudou para Swoon e odeia a forma como ela se destaca lá. Enquanto todos se orgulham de seus costumes sulistas, a Nova Iorquina não se encaixa de jeito nenhum, tanto no jeito de se vestir quanto no de pensar. Porém o motivo dela, uma pessoa totalmente urbana, ter se mudado para o interior permanece um segredo. Dice tem habilidades psíquicas as quais os médicos dizem ser crises epiléticas, e é nisso que seus pais preferem acreditar, mas ela sabe a verdade...só ela. No equinócio de outono, ela se vê obrigada a usar as tais habilidades para descobrir o que tem de errado com sua prima, Penelope. O ''que'' tem de errado com Pen acaba se revelando um ''quem'', Sinclair Youngblood Powers, um rapaz acusado e executado injustamente pelo assassinato de sua noiva. Agora ele quer vingança contra todas as famílias que tiveram alguma coisa a ver com sua morte injusta. Cabe a Candice impedir que Sinclair faça alguma besteira na cidade, mas será que ela conseguirá, tendo em vista que está apaixonada pelo belo e charmoso rapaz? Será mesmo que ele é um rapaz?
''Amor à primeira vista deve ser glorioso. Mas não tenho como saber. Primeiro, não houve vista. Um cheiro, sim: o cheiro característico, meio salgado, de cavalos. Houve muitas outras sensações também. Mas logo chegarei a isso. O que quero deixar claro é que assim que pus os olhos em Sinclair Youngblood Powers (em carne e osso), eu já estava apaixonada por ele. Nada poderia mudar isso. Nem mesmo o fato de que ele estava morto.'' (Pág. 9)
 Como eu disse, gostei do livro, ele ainda está na minha lista dos ''Muito bons'', mas tem toda aquela história de ter umas ''forçadas de barra'' por parte da autora, mas, cá entre nós, nem faz muita diferença na qualidade do livro, ainda permite que seja um livro digno de indicação àqueles que procuram um suspense com romance e mais do que uma pitada de contexto sobrenatural. Merece um 8/10.
Love Always,
Bruna.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Resenha: Morra por Mim -Revenants #1


 Pois é, pois é, eu comecei muitas séries este ano, mas não é minha culpa que eu compro o livro achando que ele é filho único e depois descubro que ele terá continuação. Algumas sagas eu me arrependi bastante de ter começado (como Aconteceu em Paris, que eu descobri que é uma trilogia), já outras eu amei ter começado porque, sinceramente, achei que ia ter um treco depois que Hush, Hush acabou; eu fiquei meio deprimida (depressão por término de série, quem nunca?), mas segui em busca de novas séries que pudessem me dar a felicidade que Nora e Patch me traziam, e parece que finalmente encontrei (Mais uma, não vamos esquecer de Os Instrumentos Mortais). A série Revenants, da Amy Plum, me conquistou primeiramente pela capa, e em seguida pela sinopse, e depois de todas essas conquistas, pela história em si.
 Dois itens: (A) O cenário é Paris; e (B) a história é tão envolvente que foi quase impossível largar antes do fim, e agora que terminei estou tentando entrar em contato com a editora Farol Literário para saber quando será lançado o próximo livro, Until I Die (Até que eu morra, numa tradução livre).
 Amy Plum criou protagonistas que me conquistaram um pouquinho mais a cada página e antagonistas dignos de ódio (e olha que eu costumo me apegar aos vilões), a história é apaixonante, mas quando tudo parece perfeito demais, perigosamente perfeito, a Amy nos mostra que na verdade, desde o começo nem tudo eram flores. As reviravoltas nos prendem cada vez mais ao livro, além de que a autora soube nos inserir dentro de Kate, a protagonista e narradora, de tal forma que me fez sentir a dor dela, ou seja, é daqueles livros que você realmente se sente parte da história, como se estivesse mesmo ali, como se aquilo estivesse acontecendo com você.
 Morra por Mim é um livro que mistura um tiquinho de drama, bastante romance e conteúdo sobrenatural, e o mais interessante é que a autora não trabalha as criaturas mais comumente usadas para protagonizar este tipo de livro, Amy utilizou criaturas (não são bem criaturas) pouco conhecidas. Não são vampiros, não são lobisomens, e não são anjos caídos. Ela própria os compara com zumbis, mas eles são muito mais do que isso; eles têm uma lógica.
 É clichê? É. Tem toda essa coisa de casal idealizado, tem o bem e o mal, tem discurso clichê, tem o casal clichê, tem tudo isso, mas fazer o quê? Eu gosto. Por vezes isso me faz revirar os olhos, e ter vontade de olhar bem pro personagem (ou pra autora) e dizer ''Sério? Não tinha algo mais original?'', mas convenhamos que, se o cenário é Paris, o autor tem o direito de ser clichê. Sim, afinal é Paris, a cidade mais clichê do mundo, mas que nunca sai de moda!
 O cenário é incrivelmente envolvente também, além de ser descrito com bastante detalhes, já que a própria Amy Plum já morou lá, então ela cria a história em uma Paris muito bem descrita, o que, mais uma vez, nos faz sentir inseridos nos acontecimentos.
 Ou seja, estou apaixonada pela série e alucinada pelo segundo livro. Quando eu conseguir noticias sobre os demais volumes da trilogia, posto aqui no blog.
 Enredo: Kate perdeu os pais e agora, morando com os avós em Paris, ela luta para conseguir colocar sua vida nos eixos de novo, mas essa não é uma tarefa fácil, já que tudo o que ela quer é ficar na cama e ler seus livros para fugir da realidade, o que deixa Mamie, Papy e sua irmã bastante preocupados. Quando ela resolve passar algum tempo fora de casa, ela conhece Vincent. Vincent Delacroix, o rapaz misterioso, sexy e charmoso que a faz se sentir viva pela primeira vez em meses, ele representa a possibilidade dela finalmente reconstruir sua vida...de ser amada. Só que na realidade ele não é só mais um parisiense comum, ele é mais, tem um destino terrível, está predestinado a arriscar (ou até perder) sua vida todos os dias. Como Kate poderia aguentar isso sendo que acaba de perder os pais? Mais alguma perda seria insuportável...não seria? Vincent também tem inimigos; imortais assassinos que representam perigo não só para ele, mas agora também para Kate e sua família.
''Enquanto luto para reconstruir o que resta da minha vida, como poderei colocar em perigo minha família e meu coração por uma chance de ser amada?''
Jacket (esquerda) e o livro (direita)
 Quanto à diagramação do livro não tenho reclamações; as páginas são amarelas, com uma margem boa e o tamanho do livro é confortável (não é muito grande nem muito pequeno). A capa é linda, mas a primeira edição (é a que eu tenho), apesar de não ser Hardcover, vem com uma jacket que é igual a capa do livro, só difere nos arabescos, que na jacket são pretos e na capa é só um verniz transparente. Na segunda edição já foi retirada a jacket e a capa agora é com o verniz preto nos arabescos, ou seja, o desenho da jacket virou capa. Não entendi qual era o objetivo de colocar uma jacket igual a capa, mas a gente releva.
 Indico o livro àqueles que gostam de romance sobrenatural e também àqueles que querem um livro que tenha um cenário parisiense bastante detalhado. Merece um 9/10 (só porque a irmã da Kate é bastante chatinha).
 P.S.: Para entender melhor sobre os Revenants, clique aqui, mas atenção, aqui eles colocaram os nossos amiguinhos humanos-mas-não-tão-humanos-assim como muito, muito ruins, lembrem-se que no livro tem os dois lados, os Bad Guys e os Good Guys. Para entender os Revenants presentes em Morra por Mim, é aconselhável que se leia o livro mesmo. (O texto do link acima é em inglês, desculpem, só achei este).
Love Always,
Bruna.


quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Resenha: Cidade dos Anjos Caídos

 Esse quarto livro da série Os Instrumentos Mortais deve ter sido o livro que mais me revoltou na minha vida inteira; não porque a história é ruim, muito pelo contrário, é, como de costume, cheia de ação, romance, intrigas e muito mais, tudo na medida exata para não sobrar nem faltar, o que causou minha revolta foi o que aconteceu com alguns personagens, isso me deixou revoltada de uma forma positiva (quem está me entendendo levanta a mão), me fazendo pensar ''Poxa, Cassie, não é justo nos deixar curiosos assim'', e me fazendo desejar enlouquecidamente o próximo livro (que eu já tenho, mas que estou com dó de ler porque a série já está acabando).
 Mais uma vez a Cassandra Clare (Tia Cassie para os íntimos) soube dosar o mistério, o romance, a ação e as intrigas para que não faltasse ou sobrasse nada, nos trazendo de tudo um pouco no ''durante'' do livro e ainda guardando o melhor para o final, nos deixando com aquele frio na barriga com relação ao que vai acontecer no próximo título da saga, assim como aconteceu em todos os anteriores. Não digo que o Cidade dos Anjos Caídos seja o meu favorito, pois este lugar ainda é ocupado por Cidade de Vidro, o anterior, mas com certeza o livro manteve o padrão dos outros livros, não me decepcionei em nada, continuo amando a série e a narrativa da Cassandra, que é em terceira pessoa mas de vez em quando nos faz crer que é em primeira pessoa, para se ter um ideia de como ela nos insere no personagem que o narrador onisciente está narrando (o narrador está narrando, o que mais ele faria, Bruna?), ou seja, a Cassandra é boa, eu a adoro e já tenho planos para começar a segunda série sobre Caçadores de Sombras dela, cujo o nome é As Peças Infernais, que também já tenho os três livros em casa (Anjo Mecânico; Príncipe Mecânico; e Princesa Mecânica)
 Os personagens, como sempre, me conquistaram um pouquinho mais e os casais se aproximaram mais também. Aos adoradores de Malec (Magnus e Alec), preparem as emoções, assim como os apaixonados por Clary e Jace. Só digo isso: Se. Segurem. Não morram do coração como quase aconteceu comigo. É um daqueles livros que fazem nossos corações se sentirem inchados demais por causa dos casais que tanto amamos (ME JULGUEM, EU FICO SHIPPANDO CASAIS E MEU CORAÇÃO QUASE EXPLODE QUANDO ELES ESTÃO JUNTOS). Enfim, é um livro extremamente envolvente, assim como todos os outros da saga, mas eu ainda tenho a impressão que o próximo livro vai ser pra nos deixar com a cara no chão esperando o próximo livro, Cidade do Fogo Celestial (mais conhecido como CoHF pelo fãs da série), e, pelo que a autora disse em seu Twitter, vai ter sangue, muito sangue, neste sexto título da saga. Só nos resta torcer para que não sejam nossos personagens favoritos os fornecedores deste sangue (mas convenhamos que a Cassie tem uma paixão por matar o Jace, o que nos deixa um pouquinho desesperados).
 Sinopse: A guerra acabou e Caçadores de Sombras e integrantes do submundo parecem estar em paz. Clary está de volta a Nova York, treinando para usar seus poderes. Tudo parece bem, mas alguém está assassinando Caçadores e reacendendo as tensões entre os dois grupos, o que pode gerar uma segunda guerra sangrenta. Quando Jace começa a se afastar sem nenhuma explicação, Clary começa a desvendar um mistério que se tornará seu pior pesadelo.



Love Always,
Bruna.